Répteis e anfíbios Dragão-de-Komodo

Dragão-de-Komodo


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Varanidae
Género: Varanus
Espécie: V. komodoensis

Outros nomes:
Crocodilo-da-terra
Komodo dragon (Inglês)
Komodo monitor (Inglês)
Dragon de Komodo (Francês)
Dragón de Komodo (Castelhano)
Monstruo de Komodo (Castelhano)
Varano de Komodo (Castelhano)

Origem:
O dragão-de-Komodo é o maior dos lagartos que existem na terra. Habita na ilha de Komodo na Indonésia, e em outras pequenas ilhas adjacentes.

Alimentação:
Este incrível gigante é um predador notável, já que por regra não mata instantaneamente a sua presa; morde, e a infecção causada pela sua mordedura vai acabar por matar o animal, ou mesmo o humano, ao fim de alguns dias. Depois, quando cheira a carne putrefacta - e o dragão consegue captar o cheiro até 7 km de distância! - dirige-se ao local, para então fazer o seu banquete. Como a carne já está em adiantado estado de putrefacção, os dragões arrancam pedaços com a boca e com as enormes unhas que possuem. O que normalmente acontece é que vários dragões chegam à mesma presa e ao mesmo tempo, sendo então a refeição partilhada, de forma hierárquica, mas sempre com algumas lutas entre eles. A hierarquia é estabelecida pelo tamanho corporal e força dos animais.
As presas preferidas dos dragões de Komodo são os búfalos, os javalis, os cervos, os cavalos e os macacos.

Perigo para as populações:
Nestas ilhas, as habitações são construídas sobre estacas, dado que desde sempre muitos habitantes morreram, em virtude dos ataques destes bichos, que por vezes invadem as aldeias. Até há poucos anos, quase todos os humanos que eram mordidos acabavam por morrer. Com a evolução dos fármacos e com assistência mais rápida, começaram a ser salvas algumas pessoas, que ficam para sempre marcadas nas zonas afectadas pela mordedura. Outro aspecto que levou a algumas mortes foi o facto de só em pleno século XX, por volta de 1910, se ter dado a devida atenção a este animal, e às consequências da sua terrível mordedura.

Para se ter uma ideia do cocktail de bactérias existente na saliva destes bichos, se um dragão-de-Komodo se morder a ele próprio, poderá acabar por morrer com as bactérias provenientes da sua própria boca!

Reprodução:
Para a reprodução, as fêmeas fazem buracos no chão, onde depositam entre 24 e 30 ovos, que eclodem cerca de 40 dias após a postura. Muitos dos dragões que vão nascer nunca vão atingir a idade adulta. Alguns morrem às garras de outros predadores, outros são devorados por elementos da sua própria espécie. No entanto, estima-se que existam cerca de 5000 indivíduos desta espécie, número que se tem mantido estável.

Tamanho, peso e longevidade:
Um dragão-de-Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos.

Estatuto de conservação:
Vulnerável (IUCN 1996)


Notícias
Dragões-de-Komodo nascem em cativeiro
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Numa altura em que se teme pelo desaparecimento, a médio prazo, da espécie, uma equipa de biólogos indonésios conseguiu a proeza de, pela segunda vez, fazer eclodir em cativeiro ovos destes lagartos gigantes.
Dragões de Komodo reproduzem-se sem necessidade de parceiro
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Assim parecem ser, segundo biólogos britânicos. As fêmeas dos dragões de Komodo parecem estar preparadas para permanecer durante muito tempo longe dos machos, ou mesmo nunca ter estado com nenhum, e mesmo assim alargar a sua prole.

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