Primatas Macaco-do-Japão (Macaca fuscata)

Macaco-do-Japão (Macaca fuscata)


Reino: Animalia
Subreino: Eumetazoa
Superfilo: Deuterostomia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Infraclasse: Placentalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Superfamília: Cercopithecoidea
Família: Cercopithecidae
Subfamília: Cercopithecinae
Tribo: Papionini
Género: Macaca
Espécie: M. fuscata

Outros nomes:
Macaco-japonês
Macaco-da-neve
Japanese Macaque (Inglês)
Macaque à Face Rouge (Francês)
Macaque Japonais (Francês)
Macaco japonés (Castelhano)
Macaco de cara roja (Castelhano)

Distribuição:
Os animais desta espécie são encontrados em vários locais e ilhas do Japão; Honshu, Shikoku, Kyushu e nas ilhas de Awaji, Shodo, Yaku, Kinkazan e Kojima, entre outros locais. Excluindo o Homem, este é o primata que vive mais a Norte no planeta. No Inverno migram mais para Sul, habitando até mesmo regiões da costa e invadindo as praias, no Verão dirigem-se mais para Norte, para as montanhas, habitando locais até 1650 metros de altura. Estes movimentos sazonais ficam a dever-se ao intenso frio que se faz sentir nas montanhas durante os meses de invernia, embora estes macacos tenham facilidade em conviver com temperaturas muito baixas, como recorrentemente tem sido observado. São também conhecidos por aproveitarem as águas de fontes termais, para se banharem durante o Inverno. Com o passar dos anos, os macacos-japoneses têm-se deslocado para regiões onde antes não se encontravam, devido à pressão que tem sido feita sobre as regiões onde tradicionalmente era mais assídua a sua presença

No seu ambiente natural, vivem em grupos constituídos por 20 a 100 elementos, que se subdividem em pequenos subgrupos matriarcais. Normalmente, estes grupos apresentam um elevado número de fêmeas, chegando a ser de 3 para cada macho. Vivem com alguma tranquilidade social, por serem quase sempre pacíficos e pouco territoriais dentro do grupo.

Desde 1972 foi introduzida uma comunidade nos Estados Unidos, em Laredo, no Texas, que se adaptou perfeitamente e que se tornou um problema para as autoridades texanas por invadirem e destruírem recorrentemente algumas pequenas explorações agrícolas.

Estado de conservação:
Pouco preocupante (IUCN 2008). Existem poucos dados sobre o estado de conservação destes animais, embora seja uma espécie bastante estudada. Sabe-se que os seus números têm decrescido, por alguns dos locais onde habitam estarem a ser invadidos pela civilização, mas também porque, todos os anos, alguns milhares destes animais são abatidos pelos agricultores, por destruírem as suas colheitas e pomares. Estima-se que em cada ano sejam abatidos, ou capturados, cerca de 5000 macacos-japoneses, apesar de ser uma espécie protegida no Japão.

Hábitos alimentares:
Os macacos-japoneses alimentam-se principalmente de frutos, sementes, raízes, folhas e cereais, mas também de ovos, pequenos répteis e ocasionalmente de peixes. A sua dieta varia bastante, dependendo da época do ano e da região onde se encontrem.
É um dos poucos primatas que lava os alimentos antes de os ingerir, o que é tido como um sinal de inteligência desta espécie.

Maturidade sexual e gestação:
Os macacos desta espécie atingem a maturidade sexual por volta dos 3 anos, machos e fêmeas.
A gestação desta espécie dura em média 5,5 a 6 meses, nascendo normalmente apenas uma cria, com cerca de 500 gramas, que é desmamada em definitivo por volta dos dois anos.
Os nascimentos ocorrem durante todo o ano, com picos de nascimentos nas épocas em que existe mais alimento. Em média, depois de se tornarem sexualmente activas, as fêmeas começam a reproduzir-se a cada três anos.

Tamanho e peso:
Os machos são significativamente maiores e mais pesados que as fêmeas, atingindo cerca de 58 centímetros, enquanto as fêmeas raramente ultrapassam os 52 centímetros.
Também no peso se faz notar esta diferença, já que as fêmeas poucas vezes ultrapassam os 8,5 quilos e os machos chegam a pesar mais de 14 quilos.

Esperança de vida
A esperança de vida destes animais à nascença é de cerca de 30 anos, em estado selvagem, e cerca de 35 em cativeiro.


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