Sarna sarcóptica
A sarna sarcóptica é causada por um parasita, o ácaro Sarcoptes scabiei, comum nos cães, que provoca problemas dermatológicos graves, já que penetra nas camadas exteriores da pele até se estabelecer em galerias ao nível da epiderme.
Como resultado da ação deste parasita, os cães mostram uma sensação permanente de comichão e, devido a esse mal-estar, coçam, mordem e lambem permanentemente as zonas mais afetadas, provocando peladas, feridas e escoriações.
As zonas tradicionalmente mais afetadas pela sarna sarcóptica são as pontas das orelhas, a pele em redor dos olhos, a zona das articulações das patas, o pescoço e o abdómen, podendo no entanto provocar lesões em todo o corpo.
O parasita pode afetar animais de todas as idades.
Contágio
A sarna sarcóptica é uma doença altamente contagiosa, principalmente entre cães, e dá-se por contacto direto entre os animais, ou por via indireta, através de roupas ou utensílios usados pelos animais infetados, entre outras formas menos comuns de contágio.
Os gatos raramente são atormentados pelo parasita, embora possa também acontecer.
Os humanos também são vulneráveis ao parasita, principalmente os mais idosos, as crianças ou aqueles que por algum motivo estão mais fragilizados; em caso de suspeita, deve consultar um dermatologista.
Como agir em caso de suspeita
Se suspeita que o seu cão pode estar infetado, deve dirigir-se a um veterinário, que procederá ao diagnóstico e, caso se confirme a presença do parasita, tomará as medidas necessárias para o eliminar e evitar o contágio de pessoas e animais, quebrando o ciclo de disseminação do parasita e devolvendo o bem-estar ao animal doente.
O tratamento não é difícil, sendo apenas necessário que seja realizado de acordo com as instruções do veterinário.
Regra geral, não dura mais de cinco a seis semanas, dependendo da gravidade da situação.
Importante é higienizar todos os utensílios que estiveram em contacto com os animais infetados e evitar o contacto destes com os saudáveis, até à confirmação da total eliminação dos parasitas.
Como resultado da ação deste parasita, os cães mostram uma sensação permanente de comichão e, devido a esse mal-estar, coçam, mordem e lambem permanentemente as zonas mais afetadas, provocando peladas, feridas e escoriações.
As zonas tradicionalmente mais afetadas pela sarna sarcóptica são as pontas das orelhas, a pele em redor dos olhos, a zona das articulações das patas, o pescoço e o abdómen, podendo no entanto provocar lesões em todo o corpo.
O parasita pode afetar animais de todas as idades.
Contágio
A sarna sarcóptica é uma doença altamente contagiosa, principalmente entre cães, e dá-se por contacto direto entre os animais, ou por via indireta, através de roupas ou utensílios usados pelos animais infetados, entre outras formas menos comuns de contágio.
Os gatos raramente são atormentados pelo parasita, embora possa também acontecer.
Os humanos também são vulneráveis ao parasita, principalmente os mais idosos, as crianças ou aqueles que por algum motivo estão mais fragilizados; em caso de suspeita, deve consultar um dermatologista.
Como agir em caso de suspeita
Se suspeita que o seu cão pode estar infetado, deve dirigir-se a um veterinário, que procederá ao diagnóstico e, caso se confirme a presença do parasita, tomará as medidas necessárias para o eliminar e evitar o contágio de pessoas e animais, quebrando o ciclo de disseminação do parasita e devolvendo o bem-estar ao animal doente.
O tratamento não é difícil, sendo apenas necessário que seja realizado de acordo com as instruções do veterinário.
Regra geral, não dura mais de cinco a seis semanas, dependendo da gravidade da situação.
Importante é higienizar todos os utensílios que estiveram em contacto com os animais infetados e evitar o contacto destes com os saudáveis, até à confirmação da total eliminação dos parasitas.
Mais dicas: Cães
Notícias
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Estados Unidos
Um cão de pastor alemão de nome Haus tornou-se esta semana um herói improvável, depois de ter salvo a jovem dona do ataque de uma cascavel no quintal de ambos em Tampa, na Florida, Estados Unidos.
Haus, o pastor alemão, de dois anos, e Donya, a menina, de sete, bricavam no quintal como habitualmente, quando uma serpente encurralada pelas brincadeiras ameaçou atacar a menina.
Estados Unidos
Ao longo dos anos, os cães de água portugueses do presidente norte americano, Bo e Sunny, têm sido notícia por múltiplos motivos. Desta vez, supostamente um homem queria sequestrá-los, mas foi detido antes que isso acontecesse.
Austrália
Desde que os cães foram domesticados que se tornaram protetores dos humanos. Na Austrália foram mais longe e ajudaram a evitar que uma espécie de pinguim autóctone, o Pinguim-Azul de Middle Island, se extinguisse neste local.
Austrália
Todos achamos que algumas expressões caninas são resultado de ralharmos com eles, nomeadamente se por algum motivo pensamos que devem sentir culpa ou vergonha. Contudo, segundo investigadores australianos, nenhum desses sentimentos é próprio dos cães.
Canis & Gatis
Centro Veterinário Municipal de Valongo
Porto, Portugal
Porto, Portugal
Parques
Reserva Natural Integral do Ilhéu dos Pássaros
Luanda, Angola
Vila Real, Portugal
Zoos
Parque Municipal Dr. Fábio da Silva Prado
São Paulo, Brasil
Paraná, Brasil
Clínicas
CCVA - Clínica Veterinária d`Aires (Palmela)
Setúbal, Portugal
Rio Grande do Sul, Brasil
Lojas
Lisboa, Portugal
Porto, Portugal
Hotéis
São Paulo, Brasil
Rio Grande do Sul, Brasil

