Pitão gigante capturada nos Everglades
2012-08-14 » Estados Unidos
Desde há muito que o aparecimento de pitons-da-Birmânia assusta as populações e autoridades da Flórida, pois são cada vez mais e maiores, e cada vez ocupam mais espaço fora dos Everglades, sem que se arranje uma forma de controlar a praga de cobras invasoras que assola aquela região.
Desta vez, a notícia foi o facto de ter sido capturada a maior cobra desta espécie até hoje encontrada na natureza nos Everglades. Media 5,60 metros e pesava mais de 75 quilos, segundo os investigadores do Museu de História Natural local, e esta descoberta vem mais uma vez demonstrar que, apesar de todos os esforços para controlar a situação, nada parece conseguir travar o alastramento das cobras a outras regiões da Flórida, onde as cobras parecerem ter encontrado condições ideais para viverem e para se reproduzirem. Esta cobra agora encontrada tinha no seu interior sete ovos em perfeitas condições, o que vem de encontro aos testemunhos dos agricultores da região, que se queixam de ver os seus terrenos invadidos por cobras grandes, mas também por muitas crias, o que demonstra o sucesso e a adaptação destas gigantes às condições ali existentes.
As pitons-birmanesas têm-se tornado um sério problema, desde que começaram a invadir os Everglades, pensa-se que a partir dos anos 70 do século XX. Hoje, ninguém sabe ao certo quantas são, estimando-se existirem centenas de milhar, que têm causado uma verdadeira catástrofe ambiental por destruírem as comunidades de animais nativos da região, que não estavam habituados a predadores tão vorazes.
Ninguém sabe ao certo como esta espécie invasora chegou ali, sabendo-se apenas que tudo terá começado com alguns animais domesticados, numa altura em que era moda ter em casa este tipo de répteis. A forma como apareceram nos pântanos diverge, pois há quem pense terem sido os próprios donos que as libertaram por se terem tornado demasiado grandes e começarem a representar algum tipo de risco para as suas famílias, mas também há quem acredite que foram animais que fugiram dos locais onde se encontravam por estarem mal acondicionados. Há ainda quem aponte o grande furacão Andrew, que em 1969 destruiu muitas habitações, como o culpado de muitas pitons terem fugido e encontrado nos rios da região uma verdadeira auto-estrada até aos Everglades.
Existe uma outra polémica em torno dos esforços das autoridades da região, já que a maioria dos conhecedores e estudiosos da fauna da região defendem não existirem predadores naturais para estas cobras, mas uma minoria afirma que existem, desde aves de rapina a alguns animais carnívoros que, no futuro, depois de se adaptarem a esta nova realidade, irão controlar a praga, desde de que seja incrementada a sua presença na região. Para já, estes animais ainda só atacam cobras juvenis.
Com ou sem polémicas sobre o método de controlo da praga, a verdade é que são cada vez mais os relatos e as notícias sobre esta espécie invasora e nada parece capaz de as deter, nem a determinação do maior de todos os predadores - o Homem.
Desta vez, a notícia foi o facto de ter sido capturada a maior cobra desta espécie até hoje encontrada na natureza nos Everglades. Media 5,60 metros e pesava mais de 75 quilos, segundo os investigadores do Museu de História Natural local, e esta descoberta vem mais uma vez demonstrar que, apesar de todos os esforços para controlar a situação, nada parece conseguir travar o alastramento das cobras a outras regiões da Flórida, onde as cobras parecerem ter encontrado condições ideais para viverem e para se reproduzirem. Esta cobra agora encontrada tinha no seu interior sete ovos em perfeitas condições, o que vem de encontro aos testemunhos dos agricultores da região, que se queixam de ver os seus terrenos invadidos por cobras grandes, mas também por muitas crias, o que demonstra o sucesso e a adaptação destas gigantes às condições ali existentes.
As pitons-birmanesas têm-se tornado um sério problema, desde que começaram a invadir os Everglades, pensa-se que a partir dos anos 70 do século XX. Hoje, ninguém sabe ao certo quantas são, estimando-se existirem centenas de milhar, que têm causado uma verdadeira catástrofe ambiental por destruírem as comunidades de animais nativos da região, que não estavam habituados a predadores tão vorazes.
Ninguém sabe ao certo como esta espécie invasora chegou ali, sabendo-se apenas que tudo terá começado com alguns animais domesticados, numa altura em que era moda ter em casa este tipo de répteis. A forma como apareceram nos pântanos diverge, pois há quem pense terem sido os próprios donos que as libertaram por se terem tornado demasiado grandes e começarem a representar algum tipo de risco para as suas famílias, mas também há quem acredite que foram animais que fugiram dos locais onde se encontravam por estarem mal acondicionados. Há ainda quem aponte o grande furacão Andrew, que em 1969 destruiu muitas habitações, como o culpado de muitas pitons terem fugido e encontrado nos rios da região uma verdadeira auto-estrada até aos Everglades.
Existe uma outra polémica em torno dos esforços das autoridades da região, já que a maioria dos conhecedores e estudiosos da fauna da região defendem não existirem predadores naturais para estas cobras, mas uma minoria afirma que existem, desde aves de rapina a alguns animais carnívoros que, no futuro, depois de se adaptarem a esta nova realidade, irão controlar a praga, desde de que seja incrementada a sua presença na região. Para já, estes animais ainda só atacam cobras juvenis.
Com ou sem polémicas sobre o método de controlo da praga, a verdade é que são cada vez mais os relatos e as notícias sobre esta espécie invasora e nada parece capaz de as deter, nem a determinação do maior de todos os predadores - o Homem.
Notícias
Estados Unidos
Era uma tarde perfeitamente normal na cidade americana de Tarpon Springs, na Flórida, e um cidadão passeava tranquilamente o seu cão quando tropeçou em algo. Assim que recuperou o equilíbrio, nem queria acreditar: tinha tropeçado numa pitão-da-Birmânia com mais de 4,00 metros de comprimento!
Loren Mell chamou de imediato a polícia, que recolheu o animal sem qualquer tipo de problema, já que o réptil parecia estar habituado a estar com humanos.
Canis & Gatis
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Canil Monte Saloio de Ludovina Oliveira
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