Pitons assustam nos Everglades
2009-07-20 » Estados Unidos
Depois de, no princípio deste mês, uma criança ter sido morta nos Estados Unidos por uma piton-birmanesa (phyton reticulatus), também conhecida por piton-asiática, o alarme parece ter soado nos centros de decisão sobre o perigo que esta espécie invasora pode provocar nos Everglades, se nada for feito a curto prazo.
Especialistas em herpetologia estimam que neste momento vivam nos pântanos e ilhas desta zona da Florida mais de cem mil destas cobras, espécie invasora, que foi introduzida por habitantes locais que compraram alguns destes répteis como animais exóticos em pequenos e, quando as cobras começaram a crescer, as libertaram nas margens dos pântanos onde encontraram condições ideais para se reproduzirem, criando um problema ecológico grave e um risco acrescido para quem por aqui circula em trabalho ou lazer. Estima-se que, só nos últimos nove anos, cerca de cento e cinquenta mil destes animais tenham sido comercializados, legal e ilegalmente, na Flórida. Nos últimos trinta anos já houve doze mortes provocadas por cobras desta espécie, sendo que cinco delas eram crianças de tenra idade.
Nesse sentido, o congressista Bill Nelson solicitou a emissão de autorizações especiais para que caçadores profissionais, especialistas em vida selvagem, herpetólogos e voluntários, possam dar caça a estes animais, na esperança de que seja possível travar o crescimento do número exponencial de cobras desta espécie que se tem feito sentir nos últimos anos e que têm posto em risco muitas espécies autóctones. Esta é a única solução que parece restar, neste momento.
O sacrifício de grande parte dos indivíduos adultos da espécie poderia servir para controlar os números e dar tempo para que outras medidas preventivas possam ser implementadas nos próximos anos, ou mesmo décadas, até que se possa considerar que a situação se encontre controlada ou que se conclua que as pitons-birmanesas foram de facto erradicadas dos Everglades, o que parece ser uma missão quase impossível, tal é a dimensão desta zona, e também a dimensão do problema. Em anos anteriores, já houve tentativas de controlar a espécie, tendo para esse efeito sido até treinados cães com o intuito de localizar as cobras, mas como as buscas eram circunscritas a pequenas áreas, os efeitos não se fizeram sentir a nível global e o número de pitons não parou de crescer.
O início dos trabalhos de eliminação e erradicação da espécie está para breve e deve começar na zona do Lago Okeechobee, onde o problema parecer ter atingido maiores dimensões com muitas pitons a viver neste local. Todas as caçadas deverão ser supervisionadas por herpetólogos que assim devem garantir as restrições à captura, limitando-a à espécie em questão, e que também serão responsáveis pelo programa de abate dos animais capturados.
Paralelamente, estão a ser tomadas medidas para que sejam identificados todos os exemplares a viver em cativeiro. Espera-se assim que sejam criadas pelos proprietários condições de segurança nas jaulas, estando a ser passadas licenças que comprovam, não só a aptidão para criar o animal, mas também que todos os quesitos de segurança estão a ser cumpridos. Em estudo está um plano para proibir o comércio destes animais no estado.
Está também a decorrer uma acção de recolha de animais desta espécie a todos aqueles que os detenham e que sintam vontade de as entregar às autoridades, uma vez que o acidente que culminou com a morte da criança lançou o pânico em muitas famílias que agora temem também pelos seus filhos e por si próprios, o que poderia levar ao abandono de muitos mais animais em zonas pantanosas.
As pitons-birmanesas podem atingir mais de seis metros e pesar cerca de 160 quilos.
Especialistas em herpetologia estimam que neste momento vivam nos pântanos e ilhas desta zona da Florida mais de cem mil destas cobras, espécie invasora, que foi introduzida por habitantes locais que compraram alguns destes répteis como animais exóticos em pequenos e, quando as cobras começaram a crescer, as libertaram nas margens dos pântanos onde encontraram condições ideais para se reproduzirem, criando um problema ecológico grave e um risco acrescido para quem por aqui circula em trabalho ou lazer. Estima-se que, só nos últimos nove anos, cerca de cento e cinquenta mil destes animais tenham sido comercializados, legal e ilegalmente, na Flórida. Nos últimos trinta anos já houve doze mortes provocadas por cobras desta espécie, sendo que cinco delas eram crianças de tenra idade.
Nesse sentido, o congressista Bill Nelson solicitou a emissão de autorizações especiais para que caçadores profissionais, especialistas em vida selvagem, herpetólogos e voluntários, possam dar caça a estes animais, na esperança de que seja possível travar o crescimento do número exponencial de cobras desta espécie que se tem feito sentir nos últimos anos e que têm posto em risco muitas espécies autóctones. Esta é a única solução que parece restar, neste momento.
O sacrifício de grande parte dos indivíduos adultos da espécie poderia servir para controlar os números e dar tempo para que outras medidas preventivas possam ser implementadas nos próximos anos, ou mesmo décadas, até que se possa considerar que a situação se encontre controlada ou que se conclua que as pitons-birmanesas foram de facto erradicadas dos Everglades, o que parece ser uma missão quase impossível, tal é a dimensão desta zona, e também a dimensão do problema. Em anos anteriores, já houve tentativas de controlar a espécie, tendo para esse efeito sido até treinados cães com o intuito de localizar as cobras, mas como as buscas eram circunscritas a pequenas áreas, os efeitos não se fizeram sentir a nível global e o número de pitons não parou de crescer.
O início dos trabalhos de eliminação e erradicação da espécie está para breve e deve começar na zona do Lago Okeechobee, onde o problema parecer ter atingido maiores dimensões com muitas pitons a viver neste local. Todas as caçadas deverão ser supervisionadas por herpetólogos que assim devem garantir as restrições à captura, limitando-a à espécie em questão, e que também serão responsáveis pelo programa de abate dos animais capturados.
Paralelamente, estão a ser tomadas medidas para que sejam identificados todos os exemplares a viver em cativeiro. Espera-se assim que sejam criadas pelos proprietários condições de segurança nas jaulas, estando a ser passadas licenças que comprovam, não só a aptidão para criar o animal, mas também que todos os quesitos de segurança estão a ser cumpridos. Em estudo está um plano para proibir o comércio destes animais no estado.
Está também a decorrer uma acção de recolha de animais desta espécie a todos aqueles que os detenham e que sintam vontade de as entregar às autoridades, uma vez que o acidente que culminou com a morte da criança lançou o pânico em muitas famílias que agora temem também pelos seus filhos e por si próprios, o que poderia levar ao abandono de muitos mais animais em zonas pantanosas.
As pitons-birmanesas podem atingir mais de seis metros e pesar cerca de 160 quilos.
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Parques
Paraná, Brasil
Parque Nacional de Pacaás Novos
Rondônia, Brasil
Zoos
Santarém, Portugal
São Paulo, Brasil
Clínicas
Clínica Veterinária Saúde Animal
Mato Grosso, Brasil
Clínica Veterinária de Aveiras de Cima (Azambuja)
Lisboa, Portugal
Lojas
Setúbal, Portugal
Rio Grande do Sul, Brasil
Hotéis
São Paulo, Brasil
Viana do Castelo, Portugal

