Víbora-cornuda (Vipera latastei)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Viperidae
Género: Vipera
Espécie: V. latastei
Outros nomes:
Cobra-cornuda
Vipère de Lataste (Francês)
Víbora hocicuda (Castelhano)
Víbora de Lataste (Castelhano)
Distribuição
Esta espécie pode ser encontrada na Península Ibérica e no Noroeste do continente africano, junto ao Mediterrâneo.
Em Portugal pode ser encontrada em práticamente todo o território, habita de preferência nas terras mais altas ou nas serras.
É um animal difícil de encontrar, a não ser por mero acaso, pelo que, quando isso acontece, o avistamento é muito próximo, o que torna a situação pouco agradável. Não pelo seu tamanho, que é de cerca de 70 cm, mas sobretudo por ser venenosa.
A sua cabeça, como acontece com as restantes víboras, tem uma forma triangular característica. A sua cor é cinzento azulado, possuindo no dorso uma mancha mais escura, em zig-zag, ao longo de todo o corpo.
Não se aproxime:
Se encontrar alguma, não se aproxime, ela vai tentar fugir rapidamente. No entanto, se for mordido por uma destas cobras, não corra e tente ficar calmo, para evitar que o veneno se espalhe e procure imediatamente um hospital, principalmente se a vítima for uma criança, um idoso ou alguém com doenças crónicas. Ao chegar ao hospital, tente descrever a cobra, para o médico poder fazer o tratamento necessário com antídotos, de forma a que a vida da vítima não seja posta em perigo, nem fiquem lesões graves para o resto da vida.
Em Portugal, existe ainda a ideia que não existem cobras venenosas no nosso país. Nada mais errado, o que não existe são cobras com venenos muito tóxicos, o que é significativamente diferente...
Importante mesmo é que esta espécie faz parte da fauna portuguesa e a sua existência é muito importante no combate aos pequenos roedores.
Estatuto de conservação:
Vulnerável (IUCN 2012)
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Viperidae
Género: Vipera
Espécie: V. latastei
Outros nomes:
Cobra-cornuda
Vipère de Lataste (Francês)
Víbora hocicuda (Castelhano)
Víbora de Lataste (Castelhano)
Distribuição
Esta espécie pode ser encontrada na Península Ibérica e no Noroeste do continente africano, junto ao Mediterrâneo.
Em Portugal pode ser encontrada em práticamente todo o território, habita de preferência nas terras mais altas ou nas serras.
É um animal difícil de encontrar, a não ser por mero acaso, pelo que, quando isso acontece, o avistamento é muito próximo, o que torna a situação pouco agradável. Não pelo seu tamanho, que é de cerca de 70 cm, mas sobretudo por ser venenosa.
A sua cabeça, como acontece com as restantes víboras, tem uma forma triangular característica. A sua cor é cinzento azulado, possuindo no dorso uma mancha mais escura, em zig-zag, ao longo de todo o corpo.
Não se aproxime:
Se encontrar alguma, não se aproxime, ela vai tentar fugir rapidamente. No entanto, se for mordido por uma destas cobras, não corra e tente ficar calmo, para evitar que o veneno se espalhe e procure imediatamente um hospital, principalmente se a vítima for uma criança, um idoso ou alguém com doenças crónicas. Ao chegar ao hospital, tente descrever a cobra, para o médico poder fazer o tratamento necessário com antídotos, de forma a que a vida da vítima não seja posta em perigo, nem fiquem lesões graves para o resto da vida.
Em Portugal, existe ainda a ideia que não existem cobras venenosas no nosso país. Nada mais errado, o que não existe são cobras com venenos muito tóxicos, o que é significativamente diferente...
Importante mesmo é que esta espécie faz parte da fauna portuguesa e a sua existência é muito importante no combate aos pequenos roedores.
Estatuto de conservação:
Vulnerável (IUCN 2012)
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
Lisboa, Portugal
Associação dos Amigos dos Animais do Porto
Porto, Portugal
Parques
Inhambane, Moçambique
Parque Natural de Sintra-Cascais
Lisboa, Portugal
Zoos
São Paulo, Brasil
Parque Ecológico Municipal de Americana
São Paulo, Brasil
Clínicas
Rio Grande do Sul, Brasil
Hospital Veterinário Pront-Cão
São Paulo, Brasil
Lojas
Portalegre, Portugal
Food Goods Clínica Veterinária e Pet Shop
São Paulo, Brasil
Hotéis
São Paulo, Brasil
CIA dos Bichos Clínica Veterinária
Pernambuco, Brasil

