Cobra-rateira (Malpolon monspessulanus)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Família: Colubridae
Subfamília: Psammophiinae
Género: Malpolon
Espécie: M. monspessulanus
Outros nomes:
Montpellier snake (Inglês)
Couleuvre de Montpellier (Francês)
Culebra bastarda (Castelhano)
Distribuição geográfica:
A cobra rateira pode ser encontrada na Península Ibérica, por todo o Sul da Europa, exceptuando Itália, na Ásia Ocidental e ainda no Norte de África. Habita todo o tipo de terreno onde haja roedores e aparece também dentro de habitações, ou do que delas resta, onde se introduz em busca de alimento. Frequentemente, esconde-se debaixo de pedras.
Alimentação:
A base da alimentação destes animais são os roedores, principalmente ratos, mas também coelhos pequenos. Contudo, come também outras cobras e ocasionalmente aves ou lagartos de grandes dimensões.
Estado de conservação:
Pouco Preocupante (IUCN 2009)
Reprodução:
Põe até 20 ovos, que eclodem geralmente passados cerca de 60 dias.
Tamanho:
As cobras desta espécie podem ultrapassar os 2,0 metros de comprimento, sendo a maior das cobras encontradas em Portugal. O seu veneno não representa um perigo verdadeiro para o Homem, sobretudo tratando-se de um adulto saudável, já que é para matar pequenos animais. No entanto, depois de ser mordido deve dirigir-se por segurança a um hospital e contar o sucedido, por forma a ser acompanhado durante algum tempo e ter a garantia que nada de anormal se está a passar.
Longevidade:
Esta cobra tem uma esperança de vida a rondar os 20 anos.
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Família: Colubridae
Subfamília: Psammophiinae
Género: Malpolon
Espécie: M. monspessulanus
Outros nomes:
Montpellier snake (Inglês)
Couleuvre de Montpellier (Francês)
Culebra bastarda (Castelhano)
Distribuição geográfica:
A cobra rateira pode ser encontrada na Península Ibérica, por todo o Sul da Europa, exceptuando Itália, na Ásia Ocidental e ainda no Norte de África. Habita todo o tipo de terreno onde haja roedores e aparece também dentro de habitações, ou do que delas resta, onde se introduz em busca de alimento. Frequentemente, esconde-se debaixo de pedras.
Alimentação:
A base da alimentação destes animais são os roedores, principalmente ratos, mas também coelhos pequenos. Contudo, come também outras cobras e ocasionalmente aves ou lagartos de grandes dimensões.
Estado de conservação:
Pouco Preocupante (IUCN 2009)
Reprodução:
Põe até 20 ovos, que eclodem geralmente passados cerca de 60 dias.
Tamanho:
As cobras desta espécie podem ultrapassar os 2,0 metros de comprimento, sendo a maior das cobras encontradas em Portugal. O seu veneno não representa um perigo verdadeiro para o Homem, sobretudo tratando-se de um adulto saudável, já que é para matar pequenos animais. No entanto, depois de ser mordido deve dirigir-se por segurança a um hospital e contar o sucedido, por forma a ser acompanhado durante algum tempo e ter a garantia que nada de anormal se está a passar.
Longevidade:
Esta cobra tem uma esperança de vida a rondar os 20 anos.
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
Associação dos Amigos dos Animais do Porto
Porto, Portugal
Aveiro, Portugal
Parques
Gaza, Moçambique
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Rio de Janeiro, Brasil
Zoos
São Paulo, Brasil
São Paulo, Brasil
Clínicas
Bahia, Brasil
Lisboa, Portugal
Lojas
Rio de Janeiro, Brasil
Lisboa, Portugal
Hotéis
Porto, Portugal
Espírito Santo, Brasil

