Esquilo-vermelho (Sciurus vulgaris)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Sciuridae
Género: Sciurus
Espécie: S. vulgaris
Outros nomes:
Esquilo-vermelho-eurasiático
Red squirrel (Inglês)
Eurasian red squirrel (Inglês)
Écureuil d'Eurasie (Francês)
Écureuil roux (Francês)
Ardilla roja (Castelhano)
Ardilla común (Castelhano)
Distribuição geográfica:
Europa e Ásia. Em Portugal os esquilos-vermelhos desapareceram durante o Século XVI e durante centenas de anos não era possivel serem observados. As causas apontadas para o seu desaparecimento foram a caça e em muitos locais o desaparecimento dos seus habitats.
Porém, por volta dos anos 80 do Século XX, estes animais recomeçaram a conquistar território a partir da fronteira Norte vindos de Espanha, como uma mancha que alastra de Norte para Sul do território, sendo possivel já serem observados em grande quantidade até à Serra da Lousã.
Foram também introduzidos propositadamente no Parque de Monsanto em Lisboa e também no Jardim Botânico de Coimbra.
Coloração:
Apesar do nome, a cor destes animais vai-se alterando, dependendo do local onde se encontram e também estações do ano e pode podem ser pretos, castanhos ou mesmo vermelhos como o nome indica. A barriga e o peito são de cor branca ou creme.
Alimentação:
Os esquilos-vermelhos alimentam-se principalmente de frutos, sementes e bagas, no entanto também são conhecidos por invadirem os ninhos de algumas aves para comer os seus ovos e em algumas regiões parte da sua dieta e feita à base de cogumelos.
Reprodução e esperança de vida:
Uma fêmea de esquilo-vermelho pode fazer até duas gestações por ano. As crias, nascem depois de passar entre 38 e 39 dias no ventre da mãe com poucos gramas, entre 10 e 15. O normal é nascerem entre 3 e 4 crias, embora seja comum haver ninhadas de até às 6 crias.
Por volta das seis semanas as crias começam progressivamente a tornar-se independentes, já que por essa altura começam a comer alimentos sólidos e a explorar o território em redor do local onde nasceram.
Um esquilo-vermelho a viver em estado selvagem tem uma esperança de vida de cerca de 3 anos, já em cativeiro pode duplicar este tempo.
Cauda fundamental
A cauda destes animais é fundamental para o seu estilo de vida e tem duas funções. Por um lado sem a sua grande cauda os esquilos não conseguiriam manter o equilíbrio e sem a cauda dificilmente se conseguiriam manter quentes durante os meses mais frios do ano, pelo que a grande cauda é fundamental na vida destes pequenos roedores.
Tamanho e peso:
Os esquilos-vermelhos podem atingir os 25 centimetros de comprimento sem contar com a cauda que só por si pode ter entre 15 e 20 centimetros.
O peso mais comum de um animal desta espécie varia entre os 250 a 350 gramas, no entanto em regiões onde a comida é abundante, podem ultrapassar largamente os 400 gramas.
Estatuto de conservação:
Pouco Preocupante (IUCN 2008)
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Sciuridae
Género: Sciurus
Espécie: S. vulgaris
Outros nomes:
Esquilo-vermelho-eurasiático
Red squirrel (Inglês)
Eurasian red squirrel (Inglês)
Écureuil d'Eurasie (Francês)
Écureuil roux (Francês)
Ardilla roja (Castelhano)
Ardilla común (Castelhano)
Distribuição geográfica:
Europa e Ásia. Em Portugal os esquilos-vermelhos desapareceram durante o Século XVI e durante centenas de anos não era possivel serem observados. As causas apontadas para o seu desaparecimento foram a caça e em muitos locais o desaparecimento dos seus habitats.
Porém, por volta dos anos 80 do Século XX, estes animais recomeçaram a conquistar território a partir da fronteira Norte vindos de Espanha, como uma mancha que alastra de Norte para Sul do território, sendo possivel já serem observados em grande quantidade até à Serra da Lousã.
Foram também introduzidos propositadamente no Parque de Monsanto em Lisboa e também no Jardim Botânico de Coimbra.
Coloração:
Apesar do nome, a cor destes animais vai-se alterando, dependendo do local onde se encontram e também estações do ano e pode podem ser pretos, castanhos ou mesmo vermelhos como o nome indica. A barriga e o peito são de cor branca ou creme.
Alimentação:
Os esquilos-vermelhos alimentam-se principalmente de frutos, sementes e bagas, no entanto também são conhecidos por invadirem os ninhos de algumas aves para comer os seus ovos e em algumas regiões parte da sua dieta e feita à base de cogumelos.
Reprodução e esperança de vida:
Uma fêmea de esquilo-vermelho pode fazer até duas gestações por ano. As crias, nascem depois de passar entre 38 e 39 dias no ventre da mãe com poucos gramas, entre 10 e 15. O normal é nascerem entre 3 e 4 crias, embora seja comum haver ninhadas de até às 6 crias.
Por volta das seis semanas as crias começam progressivamente a tornar-se independentes, já que por essa altura começam a comer alimentos sólidos e a explorar o território em redor do local onde nasceram.
Um esquilo-vermelho a viver em estado selvagem tem uma esperança de vida de cerca de 3 anos, já em cativeiro pode duplicar este tempo.
Cauda fundamental
A cauda destes animais é fundamental para o seu estilo de vida e tem duas funções. Por um lado sem a sua grande cauda os esquilos não conseguiriam manter o equilíbrio e sem a cauda dificilmente se conseguiriam manter quentes durante os meses mais frios do ano, pelo que a grande cauda é fundamental na vida destes pequenos roedores.
Tamanho e peso:
Os esquilos-vermelhos podem atingir os 25 centimetros de comprimento sem contar com a cauda que só por si pode ter entre 15 e 20 centimetros.
O peso mais comum de um animal desta espécie varia entre os 250 a 350 gramas, no entanto em regiões onde a comida é abundante, podem ultrapassar largamente os 400 gramas.
Estatuto de conservação:
Pouco Preocupante (IUCN 2008)
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
Centro Veterinário Municipal de Valongo
Porto, Portugal
Instituto Zoófilo Quinta Carbonne
Lisboa, Portugal
Parques
Goiás, Brasil
Parque Natural do Douro Internacional
Bragança, Portugal
Zoos
Paraná, Brasil
Zoológico Municipal de Volta Redonda
Rio de Janeiro, Brasil
Clínicas
Bahia, Brasil
Espírito Santo, Brasil
Lojas
O Cantinho dos Animais - Petshop
Porto, Portugal
Agro Benor - Produtos Pecuários Químico-Medicinais
Bragança, Portugal
Hotéis
Rio Grande do Sul, Brasil
Centro Canino Canil da Quinta Nova
Porto, Portugal

