Elefante-africano (Loxodonta africana)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae
Género: Loxodonta
Outros nomes:
African elephant (Inglês)
Éléphant d'Afrique (Francês)
Distribuição
O elefante-africano é um paquiderme de grande estatura, que vive em longos territórios da África Central e do Sul. É o maior mamífero terrestre.
Organização social
As manadas de elefantes são matriarcais, é sempre uma fêmea que lidera o grupo. Tem como obrigações memorizar os locais onde existe água nos tempos de seca e garantir o bem estar do grupo. Sempre que um jovem macho atinge a maturidade sexual e deixa de respeitar a hierarquia, é expulso da manada pela fêmea dominante.
Africanos e asiáticos
Os elefantes africanos distinguem-se dos seus primos asiáticos pela estatura - são bastante maiores - e pelo seu grande par de orelhas, já que os asiáticos tem esses apêndices bem mais pequenos, as unhas das patas traseiras também são diferentes, assim como o número de costelas.
A tromba
A tromba é fundamental para a sua sobrevivência e desde muito cedo que os jovens aprendem a dominá-la para beber água, para levar a comida à boca e para tomarem os banhos de água ou lama. Serve ainda, naturalmente para reconhecer os cheiros e distinguir qual o alimento que lhes convém.
Cemitérios de elefantes
Outro facto curioso respeitante a estes animais é que procuram zonas previamente definidas quando sentem que os seus dias estão a acabar, e depois, sempre que a manada passa por esses locais, os indivíduos acariciam os ossos dos seus antepassados com a tromba, o que leva os cientistas a pensar que algum cheiro característico fica nos ossos.
Alimentação
Estes animais sobrevivem somente à custa de ervas, folhas e capim, que comem em grande quantidade, podendo um animal adulto ingerir cerca de 250 a 300 kg de alimento por dia, o que os faz andar numa busca incessante de vegetação e água.
A caça
Os elefantes africanos têm sido abatidos por caçadores furtivos ao longo de décadas, com o único propósito de retirar as suas presas, que atingem preços exorbitantes no mercado negro. Nos últimos anos, o comércio de presas de elefante foi, finalmente, proibido e grandes quantidades de presas foram queimadas, na esperança de mostrar aos caçadores que o seu negócio chegou ao fim.
As guerras permanentes em que quase todos os países africanos se viram envolvidos, levou a que esta espécie tenha desaparecido de vastos territórios, já que a venda das suas presas permitia às tropas garantir parte da quantidade de armamento necessário para as suas guerras, que na maior parte das vezes aconteciam por questões tribais.
Parques e reservas
Em alguns locais, foram criadas reservas para a sua protecção, o que levou a uma sobrepopulação em alguns desses parques. Como resultado deste aumento do número de animais, as reservas abrem periódicamente as suas portas a caçadores, que podem caçar, com autorização, alguns elefantes mais velhos ou os mais problemáticos. Este procedimento alivia a pressão sobre a caça clandestina nos locais onde existe menor número de exemplares e mantém as manadas controladas dentro das reservas.
Reprodução
As fêmeas, que têm o nome de álias, atingem a maturidade sexual por volta dos 12 anos. As crias nascem após uma gestação de cerca de 22 meses, apenas uma por parto, só raramente acontecendo casos de partos múltiplos. Uma ália pode procriar a cada quatro anos, já que amamentam as suas crias até aos dois anos e só depois voltam a engravidar, tendo pela frente mais cerca de dois anos de gestação.
Protecção das crias
As crias são sempre protegidas pelos outros elementos do grupo, e vivem como se fosse numa creche, em conjunto e vigiadas em permanência pelos mais velhos. Os elefantes não têm predadores naturais, embora ocasionalmente uma cria muito jovem possa ser atacada por um leões famintos. Por esse motivo, os adultos colocam sempre as crias no centro da manada.
Machos violentos
Na época do cio, os machos segregam uma substância odorífera que escorre, a partir das têmperas, pela cabeça abaixo. Nesta altura, os elefantes machos ficam muito agitados e tornam-se violentos.
Tamanho, peso e esperança de vida
Um elefante africano pode medir cerca de 6 m de comprimento, ter mais de 4 m de altura e pesar cerca de 6500 kg. A sua esperança de vida é de cerca de 50 anos.
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Proboscidea
Família: Elephantidae
Género: Loxodonta
Outros nomes:
African elephant (Inglês)
Éléphant d'Afrique (Francês)
Distribuição
O elefante-africano é um paquiderme de grande estatura, que vive em longos territórios da África Central e do Sul. É o maior mamífero terrestre.
Organização social
As manadas de elefantes são matriarcais, é sempre uma fêmea que lidera o grupo. Tem como obrigações memorizar os locais onde existe água nos tempos de seca e garantir o bem estar do grupo. Sempre que um jovem macho atinge a maturidade sexual e deixa de respeitar a hierarquia, é expulso da manada pela fêmea dominante.
Africanos e asiáticos
Os elefantes africanos distinguem-se dos seus primos asiáticos pela estatura - são bastante maiores - e pelo seu grande par de orelhas, já que os asiáticos tem esses apêndices bem mais pequenos, as unhas das patas traseiras também são diferentes, assim como o número de costelas.
A tromba
A tromba é fundamental para a sua sobrevivência e desde muito cedo que os jovens aprendem a dominá-la para beber água, para levar a comida à boca e para tomarem os banhos de água ou lama. Serve ainda, naturalmente para reconhecer os cheiros e distinguir qual o alimento que lhes convém.
Cemitérios de elefantes
Outro facto curioso respeitante a estes animais é que procuram zonas previamente definidas quando sentem que os seus dias estão a acabar, e depois, sempre que a manada passa por esses locais, os indivíduos acariciam os ossos dos seus antepassados com a tromba, o que leva os cientistas a pensar que algum cheiro característico fica nos ossos.
Alimentação
Estes animais sobrevivem somente à custa de ervas, folhas e capim, que comem em grande quantidade, podendo um animal adulto ingerir cerca de 250 a 300 kg de alimento por dia, o que os faz andar numa busca incessante de vegetação e água.
A caça
Os elefantes africanos têm sido abatidos por caçadores furtivos ao longo de décadas, com o único propósito de retirar as suas presas, que atingem preços exorbitantes no mercado negro. Nos últimos anos, o comércio de presas de elefante foi, finalmente, proibido e grandes quantidades de presas foram queimadas, na esperança de mostrar aos caçadores que o seu negócio chegou ao fim.
As guerras permanentes em que quase todos os países africanos se viram envolvidos, levou a que esta espécie tenha desaparecido de vastos territórios, já que a venda das suas presas permitia às tropas garantir parte da quantidade de armamento necessário para as suas guerras, que na maior parte das vezes aconteciam por questões tribais.
Parques e reservas
Em alguns locais, foram criadas reservas para a sua protecção, o que levou a uma sobrepopulação em alguns desses parques. Como resultado deste aumento do número de animais, as reservas abrem periódicamente as suas portas a caçadores, que podem caçar, com autorização, alguns elefantes mais velhos ou os mais problemáticos. Este procedimento alivia a pressão sobre a caça clandestina nos locais onde existe menor número de exemplares e mantém as manadas controladas dentro das reservas.
Reprodução
As fêmeas, que têm o nome de álias, atingem a maturidade sexual por volta dos 12 anos. As crias nascem após uma gestação de cerca de 22 meses, apenas uma por parto, só raramente acontecendo casos de partos múltiplos. Uma ália pode procriar a cada quatro anos, já que amamentam as suas crias até aos dois anos e só depois voltam a engravidar, tendo pela frente mais cerca de dois anos de gestação.
Protecção das crias
As crias são sempre protegidas pelos outros elementos do grupo, e vivem como se fosse numa creche, em conjunto e vigiadas em permanência pelos mais velhos. Os elefantes não têm predadores naturais, embora ocasionalmente uma cria muito jovem possa ser atacada por um leões famintos. Por esse motivo, os adultos colocam sempre as crias no centro da manada.
Machos violentos
Na época do cio, os machos segregam uma substância odorífera que escorre, a partir das têmperas, pela cabeça abaixo. Nesta altura, os elefantes machos ficam muito agitados e tornam-se violentos.
Tamanho, peso e esperança de vida
Um elefante africano pode medir cerca de 6 m de comprimento, ter mais de 4 m de altura e pesar cerca de 6500 kg. A sua esperança de vida é de cerca de 50 anos.
Notícias
Zimbabwe
Manadas inteiras de elefantes massacrados, tudo aponta que pelos próprios guardas do parque que os deviam proteger.
Um dos mais importantes parques naturais do Zimbabwe, o Hwange National Park, tem sido palco no último mês de um dos mais hediondos crimes contra espécies protegidas dos últimos anos, principalmente, por estar possivelmente a ser perpetrado pelos guardas do parque.
Portugal
No próximo dia 4 de Outubro venha ao Jardim Zoológico e celebre connosco o dia mundial do animal. Entre os cerca de 2000 animais que aqui habitam convidamos os visitantes a conhecer o grupo de Elefantes-africanos, o animal que representa o Jardim Zoológico.
Angola
Com o fim da guerra, muitos dos animais selvagens que povoavam o território angolano estão de volta e esse é um factor de incontornável satisfação. No entanto, as populações invadiram muitos dos territórios que os animais tiveram de abandonar e agora, que os conflitos começam a surgir, urge tentar encontrar soluções que sirvam, quer populações, quer a vida selvagem, que ali encontra condições únicas para se reproduzir.
Zimbabué
Nos últimos tempos, os guardas de prevenção ambiental do Zimbabué têm-se deparado com dezenas de elefantes mortos por envenenamento. Recentemente, encontraram mais 11 destes animais mortos num reservatório de água no parque Nacional de Hwange, o que eleva para mais de uma centena o número de animais desta espécie mortos por envenenamento com recurso a cianeto, só este ano.
Moçambique
Os elefantes de Moçambique estão a sofrer um verdadeiro massacre provocado por caçadores clandestinos, hipotecando uma das mais promissoras fontes de receita do país. Esta questão põe em risco também a vida dos próprios guardas das zonas protegidas, ao persistirem em levar a efeito o seu trabalho, na salvaguarda dos animais que existem no território, e que poderiam tornar o país um destino de sonho para todos os que querem ver estes animais no seu ambiente natural.
Canis & Gatis
Canil e Gatil da União Zoófila
Lisboa, Portugal
Lisboa, Portugal
Parques
Benguela, Angola
Tocantins, Brasil
Zoos
Braga, Portugal
São Paulo, Brasil
Clínicas
Rio Grande do Sul, Brasil
Minas Gerais, Brasil
Lojas
Lisboa, Portugal
Lisboa, Portugal
Hotéis
Rio de Janeiro, Brasil
São Paulo, Brasil

