Macaco-aranha-da-Colômbia (Ateles fusciceps robustus)
Reino: Animalia
Subreino: Metazoa
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Platyrrhini
Família: Atelidae
Subfamília: Atelinae
Género: Ateles
Espécie: A. fusciceps
Outros nomes:
Macaco-aranha-castanho
Black-headed spider monkey (Inglês)
Atèle à tête brune (Francês)
Mono araña de cabeza negra (Castelhano)
Marimonda del Chocó (Castelhano)
Bracilargo (Castelhano)
Distribuição geográfica:
América Central e região Norte da América do Sul, nomeadamente no Panamá, Colômbia e Equador. Podem ser encontrados nas florestas tropicais húmidas da região, normalmente na copa das árvores onde vagueiam em busca de alimento. Os animais desta espécie formam bandos com cerca de vinte animais, que durante o dia se dividem em subgrupos mais pequenos.
A sua actividade é predominantemente diurna, aproveitando as noites para dormir, já que durante o período diurno em que procuram alimentos, e em alguns locais, chegam a percorrer distâncias estimadas de cerca de vinte quilómetros, na copa das árvores, dando saltos que podem atingir em alguns casos quase 9 metros, para saltarem de árvore em árvore.
Hábitos alimentares
Os macacos-aranha-da-Colômbia alimentam-se à base de frutos, folhas, nozes, sementes, insectos e ovos que encontram nos ninhos das aves. As regiões onde normalmente habitam são geralmente ricas e diversificadas em alimento.
Estado de conservação
Pouco Preocupante. A espécie tem sofrido uma baixa acentuada nos seus números por causa do desmatamento. Os grupos conseguem sobreviver e manter-se numa região se perderem uma parte importante do seu território, mas desaparecem por completo assim que a floresta deixa de existir.
Em algumas das regiões onde se encontram servem também de alimento às populações locais, embora esse não seja um factor que só por si ponha em risco a espécie.
Maturidade sexual e gestação:
As fêmeas da espécie atingem a maturidade sexual por volta dos 50 meses, os machos, um pouco mais tarde.
A gestação dura cerca de 227 dias, findos os quais nasce apenas normalmente apenas uma cria, com cerca de 400 gramas, que durante os 20 meses seguintes vive na companhia da mãe, que por volta dessa idade o desmama, continuando no entanto a cria a viver no seio do grupo familiar.
Tamanho e peso:
Os animais desta espécie podem atingir os 55 centímetros, embora o seu rabo tenha um tamanho superior ao resto do corpo.
Um animal desta espécie adulto pode pesar cerca de 9 quilos.
Esperança de vida
Mais de vinte anos
Subreino: Metazoa
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Platyrrhini
Família: Atelidae
Subfamília: Atelinae
Género: Ateles
Espécie: A. fusciceps
Outros nomes:
Macaco-aranha-castanho
Black-headed spider monkey (Inglês)
Atèle à tête brune (Francês)
Mono araña de cabeza negra (Castelhano)
Marimonda del Chocó (Castelhano)
Bracilargo (Castelhano)
Distribuição geográfica:
América Central e região Norte da América do Sul, nomeadamente no Panamá, Colômbia e Equador. Podem ser encontrados nas florestas tropicais húmidas da região, normalmente na copa das árvores onde vagueiam em busca de alimento. Os animais desta espécie formam bandos com cerca de vinte animais, que durante o dia se dividem em subgrupos mais pequenos.
A sua actividade é predominantemente diurna, aproveitando as noites para dormir, já que durante o período diurno em que procuram alimentos, e em alguns locais, chegam a percorrer distâncias estimadas de cerca de vinte quilómetros, na copa das árvores, dando saltos que podem atingir em alguns casos quase 9 metros, para saltarem de árvore em árvore.
Hábitos alimentares
Os macacos-aranha-da-Colômbia alimentam-se à base de frutos, folhas, nozes, sementes, insectos e ovos que encontram nos ninhos das aves. As regiões onde normalmente habitam são geralmente ricas e diversificadas em alimento.
Estado de conservação
Pouco Preocupante. A espécie tem sofrido uma baixa acentuada nos seus números por causa do desmatamento. Os grupos conseguem sobreviver e manter-se numa região se perderem uma parte importante do seu território, mas desaparecem por completo assim que a floresta deixa de existir.
Em algumas das regiões onde se encontram servem também de alimento às populações locais, embora esse não seja um factor que só por si ponha em risco a espécie.
Maturidade sexual e gestação:
As fêmeas da espécie atingem a maturidade sexual por volta dos 50 meses, os machos, um pouco mais tarde.
A gestação dura cerca de 227 dias, findos os quais nasce apenas normalmente apenas uma cria, com cerca de 400 gramas, que durante os 20 meses seguintes vive na companhia da mãe, que por volta dessa idade o desmama, continuando no entanto a cria a viver no seio do grupo familiar.
Tamanho e peso:
Os animais desta espécie podem atingir os 55 centímetros, embora o seu rabo tenha um tamanho superior ao resto do corpo.
Um animal desta espécie adulto pode pesar cerca de 9 quilos.
Esperança de vida
Mais de vinte anos
Notícias
Portugal
Em Portugal, a taxa de abandono de animais de companhia aumentou em mais de 30% nos últimos anos, o que se traduz numa média de 119 animais abandonados por dia.
Explicações? A pandemia agravou este comportamento, mas não é a única razão.
Itália
Um cão foi retirado de entre os escombros em Amatrice, Itália, depois de ter estado nove dias sob as ruínas da casa onde vivia com os donos.
Aparentemente, o cão, de nome Romeo, estaria no piso inferior da casa, ao contrário dos donos, que dormiam no piso superior.
Portugal
No próximo dia 29 de Julho, sexta-feira, conhecer o Tigre-da-sibéria e o Tigre-de-sumatra e aprender a estimular os comportamentos naturais desta espécie são os desafios lançados pelo Jardim Zoológico.
Estados Unidos
São muitos os estudos que atribuem à companhia dos animais algum tipo de saúde para os donos. Agora, um novo estudo aponta particularmente para beneficios ao nível da saúde vascular para as mulheres.
Portugal
Foram muitos anos e muitas pessoas envolvidas dos dois lados da fronteira para que o lince-ibérico pudesse ter futuro. No período de duas semanas, as notícias que todos esperavam há anos surgiram, primeiro Jacarandá depois Lagunilla, duas das fêmeas libertadas em Portugal, tinham tido as suas primeiras crias, e havia pequenos linces para demonstrar que todo o investimento pessoal dos muitos envolvidos neste processo tinha valido a pena.
Canis & Gatis
GAPA - Grupo de Assistência e Proteção aos Animais
Rio de Janeiro, Brasil
Aveiro, Portugal
Parques
Zambézia, Moçambique
Parque Natural de Sintra-Cascais
Lisboa, Portugal
Zoos
Parque Ecológico Municipal de Boituva
São Paulo, Brasil
Parque Zoológico Municipal Chico Mendes
São Paulo, Brasil
Clínicas
Luiz Gonzaga Alves de Lima Filho, Ltda
Mato Grosso do Sul, Brasil
Bahia, Brasil
Lojas
Braga, Portugal
Lisboa, Portugal
Hotéis
São Paulo, Brasil
São Paulo, Brasil

